Adrianna eu

Conceber-se, 2021
Objetos de louça branca antigos, e fios de linha vermelha encerados
65 x 30 x 50 cm
Nasceu em 1972, Rio de Janeiro. Vive e trabalha em São Paulo.

Como nome artístico, adotou “Adrianna eu”, nome que a representaria, pensado como um “nome-trabalho”. Tendo como um de seus temas as relações das pessoas com a própria identidade, foi tomada por um desejo de ter no seu próprio nome uma “provocação”, que já considera como um trabalho inicial por pretender provocar no outro um sentimento de reflexão. Com a intenção de gerar um estranhamento e levantar as questões dos limites do próprio eu, em cada lugar para onde a artista viaja, o pronome “eu”, por não se tratar de um sobrenome, é traduzido para a língua local, possibilitando assim que o processo de estranhamento pretendido se construa.


“Relação de um ‘eu’ com o tempo, com o espaço que habita, com o outro e principalmente com ele mesmo”

Adrianna eu


Adrianna eu fala sobre a obra “A Gangorra da Vida”
Toda costura tem dois lados, 2018
Agulha de latão com banho de cromo e fios de linha vermelha
164 cm (altura)
Pequenas imensas bandeiras, 2020
Nildo de madeira antigo, tecido de camisa social, linha vermelha e linha azul de seda
10 x 8 x 2 cm (cada)

O viés da vida, 2019
Rolo de viés elástico antigo e linha de seda pura marfim
12 x 12 x 12 cm
Ainda sobre confiança, 2018
Agulha de latão com banho de cromo e fios de linha vermelha
164 cm (altura)
O precipício, 2019
Linho, botão antigo e linha de costura
65 x 65 cm
O grande tabuleiro, 2019
Linho, botões antigos e linha de costura
65 x 55 cm
Todo mundo quer ser rei, 2016
Tecido de camisa social, linha de costura azul
47,5 x 30 x 0,5 cm
A construção da imagem de si, 2017
Bordado com linha de prata em tecido de camisaria e agulha
81 x 73 cm
Me volto a mim, 2018
Agulha de latão com banho de cromo
50 cm (diâmetro)
A construção de si (1) da série Ainda sobre confiança, 2021
Bordado em linha prata e linha de costura vermelha
60 x 70 cm

EXPOS INDIVIDUAIS

2019
Costura-se para dentro, Luciana Caravello Galeria de arte contemporânea, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2018
Projeto SOLO ArtRio, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2017
In Memorium, Caixa Cultural, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2015
O mergulho de Narciso, Luciana Caravello Galeria de arte contemporânea, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2014
O mais profundo pensamento é um coração batendo, Casa Porto, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2011
Eu só sei que os seios, Galeria Inox, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2005
Trabalhos Recentes, Paço Imperial, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

EXPOS COLETIVAS

2019
Lacunas Preenchidas “As 7 Cornellys”, Villa Aymoré, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2018
De sangue e ossos, Galeria Matias Brotas, Vitória/ES, Brasil

Transformação, Casa Firjan, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Intervenção, Joalheria Lívia Canuto, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Manjar: Amar em liberdade, Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2017
Trio Bienal: Bienal tridimensional internacional, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil

Aquilo que nos une, Caixa Cultural, São Paulo/SP, Brasil

In Memorium, Caixa Cultural, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2016
Aquilo que nos une, Caixa Cultural, Rio de Janeiro/ RJ, Brasil

Intervenções, ArtRio Museu da República, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2015
Contextos contemporâneos, Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro/ RJ, Brasil

2014
Primeiro estudo sobre amor, Luciana Caravello Galeria de arte contemporânea, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Diálogos – um chão para brincar, um céu para voar, Galeria Inox, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2013
Amor, Museu Benjamin Constant, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Break up, ZAK Gallery, Italia

Sem fronteira, Museu Artur Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil

Nossa exposição de desenhos, Casa de Cultura da América Latina, Brasília/DF, Brasil

2011
Gigante por la propria naturaleza, IVAM Instituto Valenciano de Arte Moderno, Valencia, Espanha

Salão novíssimo, Galeria IBEU, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

2010
Feito com carinho, Feira de Arte Impressa, Galeria Vermelho, São Paulo/SP, Brasil

Sangue novo, Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro/ RJ, Brasil

2008
Mil corações, Residência e preparação da obra para a coleção da Galeria Real, Amman, Jordânia 

Poética da percepção, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Exposição Morro das artes, IPHAN, Paço Imperial, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Intervenções urbanas, Morro das Artes, IPHAN, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

A imagem do som do samba, Paço Imperial, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Abre-alas, Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro/ RJ,Brasil

2006 
A espera, Arte Pará (Prêmio de primeiro lugar), Belém/PA, Brasil

O sonho Bolivariano, Mostra Videoarte Contemporânea Latino-Americana, organizada pela Casa Hoffman, Centro Cultural La Moneda, Chile.

A costura de si, Bienal Performers – Latin American Videoperformances Show

A costura de si, Primeira Bienal Internacional de Performance, Galeria Ojo de Bueu – Instituto Arcos, Chile

Paixão, Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Como coar o mundo (serie), Festival Brasileiro Além dos Limites, FUNARTE, Brasília/DF, Brasil

Quarta mostra Maringá de artes sem barreiras, FUNARTE, Maringá/PR, Brasil

A costura de si, (vídeo performance), Riocenacontemporânea, Rio de Janeiro/RJ Brasil

Costura de si, Incorpo(r)ações – performance show, Rio de Janeiro/RJ Brasil

Em torno da pintura, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro/ RJ, Brasil

Expansão, site specific SP Artes sem barreiras, FUNARTE, São Paulo/SP, Brasil

RESIDÊNCIAS

2008
Residência e construção de instalação para acervo permanente a convite da Galeria Real, Amman/Jordânia

COLEÇÕES

PARTICULARES
Alvaro Piquet
Genny e Selmo Nissenbaum
Ludwig Danielian
Marcio Fainziliber
Paulo Herkenhoff
Sergio Fadel

INSTITUCIONAIS
Galeria Real, Amman/Jordânia
Museu Romulo Maiorana
Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

PRÊMIOS

2006
Primeiro Prêmio do
Salão Arte Pará, Pará/PA, Brasil

TEXTOS CRÍTICOS

Das tripas o coração – Maykson Cardoso